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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Falando de Games: Power Rangers - Mighty Morphy: The Fighting Edition



Me lembro quando Power Ranger valia a pena ser assistido, e hoje, as séries atuais sobre os protetores do universo, só algumas conseguem sobreviver e olhe lá. Atualmente não existem tantos fãs das séries como antes, mas mesmo assim, Power Ranger - Mighty Morphy, mesmo sendo antigo, nao perdeu toda a sua essência.

Não vou ser chato, relembrando como era a se´rie e blábláblá. Vou ser direto e falar sobre o jogo para Super Nintendo inspirado na primeira série dos protetores do universo. Mesmo sendo um jogo antigo, quero relembrar e fazer um breve review do jogo, que alguns já devem ter conhecido ou ouvido falar.

Neste game não usamos propriamente dito os Power Rangers, e sim, seus Megazords variadamente, os seus robês de luta contra os vilões quando eles crescem na série.
Todos juntos, eles formam um Megazord, que é uma espécie de robô de gigante com poderes especiais e tal. Não há somente na série um Megazord, pois há diferentes combinações e tal, mas não vou falar sobre isso.

Como protagonistas, são os robôs poderosos dos protetores do universo. Logo no início do jogo podmos escolher entre dois dos zords: o Thunder Zord ou o Tiger Zord. Escolhendo um dos dois, você parte então para disputas de lutas contra outros Megazords ou monstros do vilão dos Power Rangers, Lorde Zedd.

Os combates, no início, são moles de serem vencidos, mas a partir que você vai passando de nível, as lutas começam a ficar apertadas, e chega a ser necessário esperar o próximo round para vencer o oponente. Digo isso por ter tido uma experiência quando enfrentei Shogun Megazord.

Um ponto bom do jogo é o gráfico. Mesmo sendo um game antigo, ele tem características marcantes e não deixa nada a desejar nesse quesito. As cores dos personagens são bem selecionadas e não fica num tom estranho, e é comparável a série. Os desenhos são quase perfeitos e bons. Há sim alguns defeitos, como na sala de Zordon, que eu me lembre, seu rosto ficava num tubo cilíndrico, e não numa tela meio retangular. Mas isso não chega a ser um pecado, pois o jogo tem outros pontos fortes como sua trilha sonora.
Já no menu do jogo temos a entrada famosa da série: "Go!Go! Power Ranger!". Os efeitos sonoros dos combates, é ótimo. Os produtores do jogo fizeram um belo trabalho nesse quesito, e se dedicaram para não deixarem um erro nas músicas.

Como disse, os gráficos são super-bons, e as paisagens ao fundo nas lutas são um tanto variadas, mesmo sendo poucas em números. Na imagem ao lado há um aeroporto, e essa é uma das paisagens. Há a sala do Zordon, o shopping, o trono do Lorde Zedd - que tem também o seu zord maléfico, a Serpentera - e outros.

Sobre as últimas fases, os combates se tornam impossíveis, e quando você - milagrosamente - derrota o Lorde Zedd, há uma surpresa que deixa qualquer jogador bufando de raiva com um inimigo a mais que aparece do meio do nada e é mais difícil do que o próprio Lorde Zedd.

Enfim, poderia listar muitos pontos positivos e fortes do jogo - e também negativos - mas vou parar por aqui. Vale sim a pena jogar este game, mas cuidado, ele é meio curtinho - até demais - e se você for um jogador exigente, não recomendo muito.

Um bom jogo de luta, e que para mim, é um dos meus favoritos, ainda mais sendo da série Power Rangers.

Nota - Para você ver a grandiosidade desse jogo, ele até tem alguns mini-videos depois de você derrotar algum monstro do Lorde Zedd, aparece seu oponente em seus minutos finais, até explodir, e mais perto, a pose do seu Megazord escolhido para o combate.

Mas lembre-se, os mini-videos só aparecem quando se está lutando com um monstro de Lorde Zedd.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Falando de Games - Adventures of Veronica Wright

Adventures of Veronica WrightSinopse: "É novembro de 2034 e meu grande grande avô Theodore sabia que isso ia acontecer! Eu tenho que chegar à quinta antes que estas coisas me pegarem! Eu tenho que encontrar algo de útil na casa!"


O jogo Adventures of Veronica Wright vende mais pela capa, menu do jogo, mas quando apertamos o famoso botão start, nos decepcionamos quando nos deparamos com o game no estilo "clicar".

A sinopse é convidadora, nos dá um ar de suspense contando sore a história de uma garota, onde seu avô Theodore lhe avisou que algo lhe aconteceria naquele tempo, novembro de 2034. Mas não há algo que cative o jogador. Simplesmente a garota tem que entrar em uma misteriosa casa e achar nada mais e nada menos que algo!

Mas esta não é a grande decepção do jogo. Tudo bem se o estilo do game é "clicar", isso é suportável, mas quando a lógica deixa de ser lógica, e você começa a procurar coisas sem sentido na casa misteriosa, o objetivo do jogo se perde, e o jogador se cansa logo de primeira. Não existe no game algo que cative o jogador.

Não recomendo, mas se você não for um jogador exigente, pode embarcar neste game.

É proibida a reprodução total ou parcial deste artigo sem prévia autorização do autor.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Falando de Games: Donkey Kong Country


Um clássico sim, e por isso eu decidi começar a fazer, aqui na coluna Falando de Games, um review de melhores jogos que fizeram parte de minha infãncia e da de muita gente. Este jogo conquistou muitas pessoas - e até hoje cativa novos fãs - e por isso estarei o recomendando aqui no blog.

Sinopse: "Donkey Kong Country é um game de plataforma desenvolvido para o glorioso Super Nintendo Entertainment System! No game, você assumirá o comando de Donkey Kong, o macacão mais tchan dos videogames, e de Diddy, seu sobrinho. Juntos, eles lutarão contra os piratas Kremlings, liderados por King K. Rool, para recuperar as bananas que os piratas lhes roubaram. Uma história simples, que dá origem a um jogo espetacular"

Vou falar por pontos sobre o game, que já digo de início, é MUITO BOM!

Os cenários de Donkey Kong tem uma característica que se destaca: ele tem profundidade e dimensão, e juntando com o 2D e um pouco de 3D presente no jogo, resulta em um paraíso selvagem que fica como um "plano de fundo" durante todo o jogo. Mas o mais interessante é que enquanto você vai adando com os personagens, a paisagem no fundo modifica-se. Como em uma afse do jogo que está de manhã, e aos poucos vai se tornando uma tardinha com o céu avermelhado e laranja. Isso é um grande ponto positivo no jogo o que dá uma interação com o jogador, que mesmo distraído com o game, percebe esses detalhes e que tornam a diversão com mais qualidade.
Os cenários também são selvagens. Eles tem uma característica florestal e as árvores pelo caminho são perfeitamente desenhadas, assim como pedras, rochas, a terra, o chão, todos esses aspectos dão ao jogo uma aparência mais jungle!

Sobre as músicas, elas simplesmente batem com o cenário de cada fase, e a cada ilha ou fase passda, elas mudam, ou a cada parte de alguma fase, algum ato feito, algum movimento dos personagens, há um efeito sonoro diferente, e isso que é bom para o jogo. O jogador se vê envolvido no game por causa dos efeitos sonoros, o que deixa ainda mais legal a sensação de estar, digamos, dentro do jogo. Sons de animais, como dos jacarés inimigos, eles simplesmente sobressaem, e quando seus inimigos são derrotados após um golpe fatal de Donkey ou Diddy, há uma nota de algum resmungo, exclamação. Isso deixa o jogo mais real!
É claro que há uma falha no jogo no quesito musical, como na musica do tema do jogo na primeira fase, ela demora um pouco para entrar no ritmo, começar, dar emoção, o que faz com que o jogador não se sinta - inicialmente - a vontade, mas todos esses erros são reparados a partir das primeiras fases. E admito que a escolha da trilha sonora ficou ótima!

E agora falando dos personagens. Donkey Kong é um macaco grandalhão, forte, e isso é um ponto bom no jogo, pois é ele quem consegue vencer os vilões pelo caminho que são mais fortes, bombados e tal. Diddy, ao contrário, não é como o seu tio fortão. Ele é mais ágil, e os dois personagens são distintos em muitas outras características.
Mas aconselho usar o Donkey em partes de luta contra vilões mais fortes, pois Diddy muitas vezes que vai combate-los, acaba perdendo, e muitas vezes, você pode perder ele e perder mais vidas no jogo do que ganhar. É necessário escolher bem os personagens, e qualquer coisa é só trocar usando o botão A ou Select. Isso é crucial para todo o game, e se não houvesse a escolha de troca no game, o jogador sairia muitas das vezes perdendo.
Mas o bom mesmo é jogar em multiplayer. Com este estilo de jogo para dois, cada um jogador usa, ao mesmo tempo, um dos personagens. E há também uma versão multiplayer, mas que é um jogador contra o outros. Se perder a vez, o outro joga a mesma fase, mas se por sua vez perder, é a vez do outro. É mais como uma competção, mas esse modo eu não recomendo muito por ser muito parado e não levar quase a nada - só se for em uma competição mesmo.
E ainda falando dos personagens, se um perder a vida, digamos, o sobrinho de Donkey, você pode procurar por barris "DK", e ao atingi-los ou arremessa-los, quebrando-os, você pode libertar seu outro personagem. Os barris estão posicionados espaçadamente por cada fase do jogo. Isso é um ponto bom, pois parece haver um cálculo - por parte dos criadores do jogo - de possíveis perdas em certas partes das fases, então eles colocal propositalmente esses barris perto dessas partes no jogo.
Há também outros personagens no jogo, só que secundários, como o Cranky Kong, um ancião e que na verdade ele que era o inimigo do Mário, e não o próprio Donkey Kong. Há também um macaco surfista, Funky Kong, e sua aprticipação no jogo é transportar para mundos que você já venceu ou concluiu - no momento em que você quiser, mas é preciso achar um posto de Funky em cada ilha/mundo. E também há o grande amor de Donkey Kong, Candy Kong. Seu papel no jogo é salvar seu progresso no game, mas como Funky, e necessário acha-la na ilha/mundo. 


E falando dos animais especiais que você encontra no decorrer das fases. Eles te ajudam a derrotar os vilões e também a achar fases bonús, onde eles mesmo protagonizam. Entre os animais especiais - onde você pode montar - estão o Rinoceronte que pode chifrar os vilões e quebrar paredes; o Avestruz, que evita que inimigos te atinjam e que te faz correr mais rápido - e ainda com a possibilidade de planar quando usado corretamente -; um Peixe-Espada, que serve nas fases aquáticas como uma montaria submarina e mais veloz embaixo da água e espeta os inimigos, e o Sapo faz com que pule bem mais alto, entre outros animais especiais.

O jogo tem muitas outras coisas, além de fases bônus, animais especiais, surpresas - como as letras, que ao achadas, formam a palavra K-O-N-G - lutas contra chefões - que dizem, neste jogo, alguns críticos e jogadores, serem um tanto fáceis de serem vencidos - e etc.

 
Uma das fases que me marcaram foram a fase dos trilhos, onde você fica em um carrinho de mina e tem que pular o trilhos destroçados e tal, e ainda, se desviar de outros carrinhos de mina que vem em sua direção. Esta fase é super-boa.

Recomendo muito esse jogo, clássico, mas que também pode ser encontrado, hoje em dia, em novas plataformas.

É proibida a reprodução total ou parcial deste artigo sem prévia autorização do autor.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Falando de Games: Square Hero

Square HeroO jogo não possui muitas emoções, mas até que agrada, sendo que Squere Hero é inspirado na história do Superman.

Você vive o personagem, que após cruzar alguma cabine telefônica, transforma-se em um super-homem, pronto a salvar as pessoas de incêndios, enchentes e etc.

Sinopse:

"Após o cientista Joe criar uma poção por acaso, ele se transforma num super-herói, e usa seus poderes para salvar as pessoas de todos os perigos possíveis. Mas nem tudo será fácil. Pelo caminho haverá obstáculos, e para salvar as pessoas que ele ama, Joe terá que dar o seu melhor. Entre nessa aventura e transforme-se em um super-herói!"

Joe é um cientista, que por acaso, cria uma poção que lhe dá poderes incríveis e faz com que se transforme num super-herói. Logo Joe usa seus poderes para o bem, resgatando diariamente as pessoas. Mas quando os obstáculos começam a crescer em sua caminhada, Joe começa a perder seus poderes ao cruzar aréas tóxicas, que são sua Kriptonita.

O jogo tem, ao longo de suas fases, uma dificuldade sendo aumentada, e o personagem tem que aprimorar seus poderes, e o jogador usar a lógica, pois o caminho é traiçoeiro.

Square Hero. Não crie expectativas quanto ao jogo pois ele não chega a ser um máximo, e sim, um game regular, que também não classifico como para passar o tempo. Aos poucos o jogador se cansa como o tom monótono do game, e vê que o jogo não progride em termos de dificuldade ou coisas novas neste quesito. Há apenas os mesmos perigos da primeira fase - ou o tutorial? - que não crescem e fazem com que o jogador se canse logo e vá fazer outra coisa.

O que quero dizer é que Square Hero não supri expectativas e não é um marco na área game. Ele continua no mesmo estilo dos jogos anteriores, e sinceramente, não recomendo.

E se você quiser dar uma espiada no jogo, é só acessar o site Flonga.

É proibida a reprodução total ou parcial deste artigo sem prévia autorização do autor.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Falando de Games - Adventure Story

Adventure Story

Esse jogo já possui umas três ou quatro versões anteriores, mas não no mesmo estilo que esse recente traz.

Adventure Story não é propriamente dito uma continuação dos jogos anteriores, mas sim, uma história a parte com os mesmos personagens.

O pirata - não sei ao certo o nome dos personagens - tem sua namorada sequestrada pelo seu inimigo soldado. Logo então ele parte em uma jornada para salvar sua querida namorada e deter seu inimigo de fazer mais bobagens por ai. Pelo caminho o pirata se depara com perigosos maiores, enfrentando, ao longo das fases, chefões como bolhas verdes gigantescas, morcegos irritantes, bandidos do deserto e rochas vivas, entre outros inimigos. Mas o protagonista do jogo fará de tudo para salvar sua amada.

A história do jogo é um tanto original, mas não só é isso que há de bom no game. No estilo Mario Bros, com vários outros elementos como poderes especiais, golpes de espada diversos, pular plataformas, subir montanhas e entre outras coisas. Adventure Story é um tanto inovador, e diferente dos jogos anteriores, traz uma história completamente diferente e preenche a lacuna que estava vazia na franquia de games.

Pra quem é fã de jogo, vai gostar muito de Adventure Story. O que aviso é que tem que ter paciência com os chefões e conseguir chegar até o final...

E pra quem quer dar uma espiada no jogo, é só clicar aqui no link: Adventure Story

É proibida a reprodução total ou parcial deste artigo sem prévia autorização do autor.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Falando de Games: Pixel Quest - The Lost Idols

Pixel Quest

Jogo simples e bom. Vamos conhecer um pouco mais ele, mas antes, leiam a sinopse:

"Conheça Rex. Ele é um aventureiro e ávido caçador de tesouros que é encarregado de encontrar o perdido e esquecido. E desta vez lhe foi dada a tarefa de localizar os ídolos Sapo Dourado!"

O jogo conta a história de um aventureiro e caçador de artefatos antigos. Seu chefe na empresa de arqueologia o envia à procura de artefatos antigos e perdidos há muito tempo. Rex - o aventureiro - parte então em busca dos artefatos, cujo nome é Sapo Dourado - ou Sapo de Ouro. No decorrer dessa jornada em busca do desconhecido, Rex passará por perigos e armadilhas, e delas terá que sair vivo.

A idéia do jogo é boa, e o que completa isso é toda aquela história de lógica. É preciso pensar para jogar. E sabe, gente, amo jogos deste gênero. Não me canso de jogar esses games, pois além de entreter, eles nos fazem usar, digamos, um pouco mais a cabeça rs.

E assim como Lost Catacombs - clique para ler a resenha do game - Rex é como um "Indiana Jones". Assim como o lendário personagem das telhinhas do cinema, Rex foge de armadilas e perigos com garnde maestria. Mas isso só depende de você, jogador.

Realmente, recomendo o game. Quem quiser jogar, é só acessar, clicando aqui Pixel Quest - The Lost Idols.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Falando de Games - Lost Catacombs

Lost Catacombs
Sinopse:

"Faça uma travessia pelo antigo Egito, através das tumbas e pirâmides, colete cristais e diamantes preciosos e resolva os mistérios e armadilhas que o espera nessa nova escavação arqueológica!"

O jogo não surpreende muito, mas sua idéia é original, apesar de já ter sido explorada em muitos outros games anteriores. Mas o que marca Lost Catacombs é todo seu mistério no quesito lógica. Para passar dos níveis do game é preciso raciocinar, e quando digo raciocinar não é algo que já está na cara e é apenas mover alguns dedinhos, e sim, raciocinar com lógica, pois um passo em falso, siginifica a morte no jogo.

Você usa um genérico do "Indiana Jones", mas sem todos aqueles aparatos como chicote e etc. Não há muitas cenas de ação no jogo, como pular de um lugar para o outro, fugir de uma múmia amaldiçoada... nada disso. O jogo se constitui em apenas testar sua inteligência, e quando você usa sua cabeça realmente, percebe que o game é muito simples. Me lembro de algumas fases que joguei, que de primeira, voc~e pensa que é um bicho de sete cabeças, mas depois de alguns reset, você entende o que deve ser feito.

O game é divido em três partes - uma eu já completei - que são, respectivamente, divididas em, mais ou menos, dez capítulos. Cada fase tem seu grau de dificuldade, e a partir que você vai os completando, seu grau de dificuldade aumenta.

Enfim, Lost Catacombs é um ótimo jogo, mas para aqueles que gostam de jogos de lógica, games de pensar. Se você ama jogos de aventura e ação, não te recomendo Lost Catacombs. Mas vale a pena arriscar, até porque, este jogo serve para passar o tempo, até pode ser jogado por diversão quando se está com tédio, vai que você fica interessado...

Se quiser jogar, aqui vai o link: Lost Catacombs

sábado, 10 de dezembro de 2011

Falando de Games - Random Heroes

Random Heroes
Não é um dos melhores jogos, mas até chega a ser legal. É um game para passar o tempo e se zera rapidamente.

A história - sendo que trata de zumbis - fala de um vírus que se espalhou, contaminando toda a cidade. Para reverter tudo isso, é preciso destruir um monstro zumbi, o mais forte de todos, e antes dele, lutar com outros dois. Para isso, o jogador escolhe entre cinco guerreiros: um bandido, um cidadão, um dono de bar, um maníaco e um policial. Eu escolhi o cidadão, mas depois troquei pelo policial. Sendo assim, você escolhe quem quiser e parte em uma jornada pela cidade, chegando até a fase final num cemitério. Antes disso, você luta com dois outros "chefões", até você chegar ao último. Quando você o derrota, zera o jogo e consegue salvar a cidade do vírus e de que ele se espalhe pelo mundo afora.

O jogo até e bom, mas não alcançou as minhas expectativas quanto a ele. Faltou um pouco mais de difulcadade e história. Admito que o jogo foi bem construído, mas faltou um ingrediente para o todo. Mesmo com as opções de upgrade das armas, houve pouca dificuldade para que o jogador se entretesse realmente com o jogo. As fases chegam a ser rápidas, mesmo que se tenha a ir de um extremo ao outro da tela a procura de itens, faltou algo importante para o game.

Enfim, o jogo é ótimo, mas não recomendo com muita veemência. Se quiser jogar, jogue por jogar. Aqui está o site: Random Heroes

sábado, 27 de agosto de 2011

Robokill 2

Olá pessoal? Tudo bem?
Hoje acordei bem cedinho, só para postar aqui no blog. Agora falarei de games, e um jogo que eu gostei muito: Robokill 2.

Robokill 2
Robokill 2
O jogo é bem legal. Você usa um robô que tem sua nave quebrada. Logo, ele cai em uma base, onde há robôs inimigos - nossa! que azar - e ai, ele tem que lutar para sobreviver, lutando contra robôs e alguns bichinhos aliens.
O legal do jogo também, é que há alguns teletransportes, onde você pode viajar de base em base inimiga. E isso pode ser executado clicando no icone do mapa, onde você escolhe que região quer estar.
Há também um mercado, onde sua nave caiu. O dono do mercado é amigo, e ele vende armas para você, contando também com especiais e upgrades para seu robô.

Há também no game, passagens secretas. Não tão passagens secretas, mas se você não tiver o olho atento, não saberá onde fica lugares especiais.

A partir de que você vai passando de fases, a dificuldade aumenta. Então não é bom ficar de bobeira. E mais uma coisa. Você tem que tomar cuidado com os abismos que há entre as bases inimigas...

Bem, é só isso. O que acharam?

sábado, 13 de agosto de 2011

Rizzoli and Isles: The Masterpiece Murders

Boa tarde pessoal! Tudo bem? Todos curtindo esse sabadão? - bem, eu não precisava ser tão brega usando a palavra "sabadão", mas, continuando - Trago-lhes uma ótima novidade...

Como vocês já devem saber, eu também gosto de jogar video-game, então tenho um quadro especial para o assunto jogos. Vocês já devem ter visto outras postagens sobre games, o qual eu dou minha opinião sobre cada um. E esta postagem aqui, não vai ser diferente.

Estava dando umas olhadas em alguns sites de games, então vi, no site Flonga, um jogo o qual me surpreendeu. Todos já devem ter ouvido falar sobre a famosa série Rizzoli e Isles da autora Tess Gerritsen, uma coleção de livros que fala sobre assassinatos, onde uma policial e uma médica, descobrem e desvendam o caso. Eu nunca li nenhum livro da série, mas pretendo. Então, como eu estou interessado em ler os livros da coleção, começei a pesquisar sobre eles. Logo depois, fui jogar alguns jogos, e vi num desses sites, um jogo novo, o qual o nome é: Rizzoli and Isles: The Masterpiece Murders.

Então começei a jogar o jogo, que por sinal, é muito bom. Agora vamos a critica do game.

Rizzoli and Isles: The Masterpiece Murders
Rizzoli and Isles: The Masterpiece Murders.
O jogo é no estilo clicar, e cobra a sua inteligencia. Então não adianta sair clicando em tudo para ver se consegue descobrir algo. O jogo é de raciocino. Existe enigmas a serem desvendados, então, toda atenção é pouca.

O jogo é travado em diferentes lugares, então fica mais dificil, pois há muitas pistas. Há, no seu escritório, um mural, onde você reune todas as pistas, e as distribui em grupos, de acordo com sues generos.

Já aviso, o jogo tem algumas cenas bastantes pesadas. Mas nada que assuste tanto. E dou outro aviso. Você pode se cansar em algumas partes do game, pois a procura de pistas as vezes é bem abstrata. E digo: Toda paciencia é pouca.

Mas enfim, gostei do jogo. É bem o estilo que eu gosto. Não é monotono como outros games: Mas você precisa ter cuidado e inteligencia...

Se quiser jogar, clique no link ao lado: Rizzoli and Isles: The Masterpiece Murders

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Car Chaos

Car Chaos



É um jogo bastante interessante. E nada menos e nada mais, testa sua agilidade e inteligencia. Classifico esse jogo como passa-tempo, e não um GAME super maneiro. Porque alias, esse jogo não é tão bom. A unica coisa que você faz nele, é clicar nos carros, e fazer com que eles não se choquem.

Mas é um bom game esse. Avalio como um passa-tempo, quando você não tem nada pra fazer. Porque até esse jogo diverte a gente.

Recomendo sim.

terça-feira, 19 de julho de 2011

One Piece Gallant Figther

One Piece Gallant Fighter

Acabo de jogar este game, que eu achei que poderia falar sobre ele aqui no blog. Primeiro: O game é baseado num anime da TV, que muitos já viram - ou se não, estão sabendo agora. - e também, do mangá, que eu ainda não li, e acho, não pretendo ler, porque eu não me interessei muito na história de One Piece, mas, falando do jogo. Esse sim eu me interessei.

É bastante animado, com lutas, digamos, meio sangrentas, que ao meu ver, foram desnecessárias para o jogo, sendo que não é tão real assim a batalha com os boss.

Outro ponto negativo do jogo, é que ele não é totalmente traduzido, e você fica meio perdido na história que o game vai traçando. Mas quem já viu o desenho na TV ou até no mangá, dá pra saber o que tá rolando em meio ao game.

Mais outro ponto negativo do game, foi que, quando você está em meio a luta, e você usa o botão para dar o soco no adversário, o game trava só naquela sequencia. Ai, você acaba perdendo a batalha, e tem que voltar tudo de novo.

Em fim: O jogo não tem tantos pontos positivos, só o garfico é legalzinho. Não me agradou muito, mas, fazer o quê?

Minha nota para este jogo fica de 4,0 a 6,0. E só.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Castaway 2 - Ilha dos Titãs

A pouco tempo, venho jogando no PC, um jogo muito bom. Ele se chama Castaway, que, em português, querdizer naufragio. No primeiro jogo, eu já me surpreendi, pois, a habilidade do criador do game em fazer o cenário, os personagens, e tudo mais, foi otima.

E, foi com grande prazer que tive, ao ver Castaway 2.

O jogo é o mesmo, só que mais elaborado, melhorado, e bem mais aventureiro, já que o jogo se passa numa ilha, e essa ilha não é nada comum. O subtitulo do game é Ilha dos Titãs. E já da pra saber o que esperar.

O começo é bem monotono. O personagem principal, acorda numa ilha, sem saber onde esta. Nota: Voce pode dar um nome ao seu personagem. Continuando. Você começa a explorar a ilha, e acha um graveto. Com ele, voce pode retirar obstaculos da frente, como arbustos. Ai, aparece pequenos monstros, que são nomeados de Baby(o nome da espécie). Eles são pequenos, mais, são fortes. O jeito é voce se defender, se defendendo com o graveto. Após passar uma pequena parte do jogo lutando contra esses monstros, voce encontra Sygil, uma estatua que te dá objetos essenciais para a viagem pela ilha, em troca de missões. As missões as vezes são faceis, desde combinar elementos - do inventário, como, pedra com prata etc.) a derrotar boss. Muitas vezes, voce tem que combinar elementos do invetário, para criar armas, escudos e etc, ir em forjas e ter armas especiais etc.

Dai em diante, após completar todas as missões de uma estatua, Sygil te da uma chave, para abrir portas, que são nomeadas como Gate of Crius, Gate of Hyperion etc. Tudo relacionado aos titãs. Então voce chega a um acampamento, e lá, você encontra outra estatua, que tambem é Sygil. Há cristais nesses acampamentos - pois há varios por toda parte - que te teletransportam para lugares diferente, de acordo com o mapa.

Tambem há animais que te ajudam na aventura. Você tambem pode nomea-los.

Enfim, o game é muito bom, e vale a pena jogar. Ainda não zerei o jogo, pois é muito grande.
Abaixo, imagens do jogo:

Free Online Games - Castaway 2

    

     

  

terça-feira, 10 de maio de 2011

Plazma Burst 2 - Game


Sinopse:
O jogador assume o papel de um fuzileiro naval, que é enviado ao passado para mudar a história para uma vida melhor. 
Frente ao passado, depois quando o aliado do nosso herói criticamente foi danificado no anterior jogo o fuzileiro volta para a terra para tentar mais uma vez e fazer uma viagem no tempo... Será que a fortuna irá sorrir neste momento?


                                                                                        Tradução: Blog Pensamentos do Joshua


O jogo tem diferentes fases, que assim que você completa cada uma, outras vão abrindo. No decorrer do jogo, você pode mudar/trocar de armas, como, usar espadas, uma metralhadora, uma pistola, uma bazuca, entre outras. O jogo é sutil e exige inteligencia e rapidez em algums partes, desde reconhecimento do local há atirar na hora certa.

Sem dizer que em algums fases você pode entrar em diversos veiculos - um robo gigante e um carro - deixando bem legal a fase.

As fases são classificadas em niveis, e na hora de escolher elas você pode escolher entre, Facil, Médio e Dificil.

Alem de salvar automaticamente, você pode dar um nome ao seu peronagem.
Em uma fase, você recebe ajuda de três robos.

Em vista do primeiro jogo, Plazma Burst 2 é bem melhor

O jogo é muito maneiro.
Recomendo :D


Se pretende jogar esse jogo, segue o link do site do game: Plazma Burst 2
E se quiser acessar o site oficial do game, segue o link: Site Oficial - Plazma Burst 2
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